As mais belas coisas do mundo, Valter Hugo Mãe

“Quem não aprende tende a não saber perguntar. Muita gente não tem sequer vontade de ouvir. Fica do tamanho de uma ervilha, no que às ideias diz respeito.” (p. 14)

Já li três vezes “As mais belas coisas do mundo”. A primeira foi na edição portuguesa do livro Contos de cães e maus lobos. A edição brasileira deste livro, lançada agora na vinda do escritor ao Brasil (esteve no Rio dia 13 de junho de 2019), tem uma pequena mudança. O conto que dá título a essa publicação e mostra a relação entre um avô e seu neto foi retirado para ser lançado nesta linda pequena edição separada:

Não resisti! Mesmo tendo-o no outro livro, acabei comprando este também.

A edição “amarela” é muito bem cuidada e belamente apresentada. Sendo única, ela acaba dando o merecido destaque à história de amor e de cumplicidade, nas aprendizagens e trocas, entre o avô e seu neto. Essa relação é de uma beleza arrebatadora. Me emociono e choro a cada nova releitura com tamanho encantamento. Mãe me levou, por meio de suas poéticas palavras, a sentir nas letras o valor de um abraço, como se abraçada estivesse sendo por seu texto, seu tecido todo, cada linha, cada ponto, cada costura.

Realmente o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço.

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