“Assassinato no Expresso Oriente” (2017)

Li três romances policiais de Agatha Christie na adolescência. Conhecer o excêntrico Hercule Poirot deve fazer parte da vida de leitores ocidentais. Lembrar de seu bigode, de sua capacidade visual e interpretativa, de suas esquisitices na visão dual de certo e errado, da busca pelo equilíbrio em tudo e, principalmente, das suas explanações sobre toda a investigação feita até chegar ao criminoso, com aquela reunião final dos suspeitos na expectativa do grand finale é sempre muito prazeroso. Por esse motivo, fui ver o filme “Assassinato no Expresso Oriente” com imensa curiosidade.

Infelizmente, porém, fiquei bastante frustrada, embora as críticas que li se oponham à minha visão.

É lógico que esperava ver um ator que interpretasse bem toda a excentricidade de Poirot. Entretanto, tal exotismo extrapolou em um personagem canastrão demais para o meu gosto. Tudo bem que Poirot é assim, mas a minha visão pelos livros era tão mais interessante…

Ok, filme nunca vai superar o livro para os amantes da leitura, mas já há produções tão bem feitas de histórias famosas, que eu realmente esperava mais. É isso!

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